
Você com certeza já ouviu aquele ditado de zagueiro "brucutu": "Se a bola passar, o jogador não passa". Pois é, o problema é que o ditado já chegou ao futebol feminino. Tem mulher por aí batendo mais do que homem.
Tinha tudo para ser mais um jogo da liga feminina universitária de futebol dos Estados Unidos entre Brigham Young e Universidade do Novo México, mas uma jogadora chamou a atenção: Elizabeth Lambert. Ela foi considerada a jogadora mais violenta do mundo pela mídia espanhola.
Foram golpes, puxões de cabelo e muitas faltas. Lambert, a número 15 do Novo México (equipe de uniforme vermelho), está no terceiro ano de terapia ocupacional. No fim do vídeo, outra companheira "termina o serviço", chutando a bola na cabeça da adversária.
Será que ela tem alguma inspiração no futebol masculino?
Tinha tudo para ser mais um jogo da liga feminina universitária de futebol dos Estados Unidos entre Brigham Young e Universidade do Novo México, mas uma jogadora chamou a atenção: Elizabeth Lambert. Ela foi considerada a jogadora mais violenta do mundo pela mídia espanhola.
Foram golpes, puxões de cabelo e muitas faltas. Lambert, a número 15 do Novo México (equipe de uniforme vermelho), está no terceiro ano de terapia ocupacional. No fim do vídeo, outra companheira "termina o serviço", chutando a bola na cabeça da adversária.
Será que ela tem alguma inspiração no futebol masculino?
CONFIRA O VÍDEO NO YOUTUBE:
MWC Women's Soccer: New Mexico's Elizabeth Lambert
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VEJA SÓ!
Barbeiragem no trânsito pode ser genética
30% estão predispostos a serem maus motoristas, diz estudo
Texto: Adriana Bernardino
(05-11-09) – Nos Estados Unidos, uma análise de 29 cérebros foi suficiente para os pesquisadores chegarem a um resultado curioso sobre má direção: apenas 22 pessoas tinham cérebros normais. No restante, foi constatada uma variação genética que dificulta a segregação do Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro (BDNF), sem o qual novas memórias não são formadas corretamente, isto é, pode ser daí que vêm os tranca-ruas.
Para chegar a essa conclusão, os cientistas pediram a 29 pessoas que dirigissem num circuito fechado, mas difícil. Quatro dias depois, os motoristas refizeram o mesmo trajeto. Resultado: as pessoas que apresentavam variação no cérebro não só foram pior do que as que não apresentavam como também tiveram pior resultado no segundo dia de teste.
Segundo os cientistas, 30% dos americanos têm esta variante genética. O objetivo agora é descobrir se os motoristas envolvidos em acidente de trânsito fazem parte desse grupo. Enquanto o estudo não é feito, o conselho é: cuidado.
(05-11-09) – Nos Estados Unidos, uma análise de 29 cérebros foi suficiente para os pesquisadores chegarem a um resultado curioso sobre má direção: apenas 22 pessoas tinham cérebros normais. No restante, foi constatada uma variação genética que dificulta a segregação do Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro (BDNF), sem o qual novas memórias não são formadas corretamente, isto é, pode ser daí que vêm os tranca-ruas.
Para chegar a essa conclusão, os cientistas pediram a 29 pessoas que dirigissem num circuito fechado, mas difícil. Quatro dias depois, os motoristas refizeram o mesmo trajeto. Resultado: as pessoas que apresentavam variação no cérebro não só foram pior do que as que não apresentavam como também tiveram pior resultado no segundo dia de teste.
Segundo os cientistas, 30% dos americanos têm esta variante genética. O objetivo agora é descobrir se os motoristas envolvidos em acidente de trânsito fazem parte desse grupo. Enquanto o estudo não é feito, o conselho é: cuidado.
EM OUTRAS PALAVRAS: JUMENTO NÃO É O JUMENTO. JUMENTOS SOMOS NÓS!

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